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Em ato, Sindpol cobra valorização dos PCs e resposta do governo do Estado sobre as reivindicações

Por Imprensa (terça-feira, 22/10/2019)
Atualizado em 22 de outubro de 2019

A nova gestão do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) realizou ato público em frente ao Palácio do Governo, nesta terça-feira (22), para cobrar a valorização dos agentes e escrivães ao Governo do Estado, quanto ao atendimento da pauta de reivindicações da categoria.

O presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, destaca que o governo do Estado não valoriza os agentes e escrivães, que reduziram os homicídios em quase 30%. “Os delegados obtiveram 29% de reajuste, e a Polícia Militar também conquistou 12%, e os agentes e escrivães, que estão na ponta da lança, combatendo a criminalidade, não recebem a motivação e valorização do Governo do Estado”.

O sindicalista destaca, entre os principais pleitos, o reajuste do piso salarial dos agentes e escrivães, com reconhecimento do nível superior aos policiais civis, a implantação da periculosidade, a compensação financeira com o aumento da carga horária de 30 para 40 horas pelo Governo do Estado.

No ato público, os dirigentes do Sindpol enfatizaram a importância do trabalho policial. O diretor de Comunicação, Edeilto Gomes, revelou que o policial civil defende do gari ao filho do governador. O diretor Jurídico do Sindpol, José Carlos Fernandes Neto (Zé Carlos), disse que os policiais são especiais, ao ressaltar o risco de morte da categoria ao combater a violência. O vice-diretor de Comunicação, Vicente Higino, informou do trabalho qualificado dos agentes e escrivães. “São eles que levantam os dados para elucidar os crimes”.

Sem uma definição por parte do governo, os policiais civis iriam ocupar a Seplag; no entanto, a chefe de Gabinete da Seplag, Emmanuelle Nogueira, informou ao presidente do Sindpol o agendamento de uma reunião para a quinta-feira (24), às 14 horas, no órgão estadual para discutir a pauta de reivindicações.

A realização do ato público ocorreu, tendo em vista, que a Seplag não havia dado definição quanto à reunião para tratar dos itens da pauta, como havia sido combinado com o secretário Especial de Gestão e Patrimônio, Sérgio de Figueirêdo Silveira.

Atualmente, os policiais civis acumulam perdas inflacionárias de 16% no governo Renan Filho, recebem o pior piso salarial de nível superior da segurança pública de Alagoas, além de ser o quarto pior piso salarial do Brasil.

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