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Cobrapol traça estratégia contra as reformas que atacam direitos dos policiais civis

Por Imprensa (terça-feira, 1/11/2016)
Atualizado em 1 de novembro de 2016

A diretoria Executiva da Cobrapol se reuniu, nos dias 24 e 25 de outubro, para definir as ações e mobilizações contra as propostas que retiram direitos, como a PEC 241/2016 de desmonte dos serviços públicos e congelamento de salário por 20 anos. Do Sindpol, participaram das atividades o diretor de Comunicação, Bartolomeu Rodrigues, e o Delegado Sindical Carlos Jorge.

Os sindicalistas decidiram atuar pela tramitação da PEC 151 – A /95, que está parada no Congresso Nacional, sob relatoria do deputado Alberto Fraga. Essa PEC trata do Ciclo Completo. A diretoria Executiva havia aprovada a criação de um grupo de estudo, composto por representantes das Federações dos Policiais Civis, com o intuito de construir um texto que contemple a Polícia Civil. O diretor de Comunicação do Sindpol, Bartolomeu Rodrigues, também foi escolhido para fazer parte desse grupo de estudo.

No encontro, foi discutido o fortalecimento da Cobrapol juntamente com as entidades contra as reformas que retiram direitos dos trabalhadores, em destaque, a proposta de reforma previdenciária que poderá aumentar a contribuição previdenciária de 11 para até 20%, a idade mínima para 65 anos de homens e mulheres, e o fim da aposentadoria especial. De acordo com o presidente da Cobrapol, Jânio Gandra, o projeto de lei da Reforma da Previdência, que sairá da Casa Civil, deverá chegar na Câmara Federal até dezembro desde ano.

Mobilização contra a PEC 241

Os diretores se dirigiram ao Congresso Nacional para realizar intervenções contra a PEC 241/2016. Na mobilização, os diretores se dividiram em duas equipes. Um grupo entrou no Congresso para realizar trabalho de convencimento dos parlamentares sobre o prejuízo que PEC gerará aos serviços públicos e seus servidores. O outro grupo permaneceu na entrada do Anexo 2 da Câmara em conjunto com movimentos sociais, realizando ato de protesto contra a PEC 241/2016.

O dia 25 de outubro foi um dia de luta dos servidores públicos. Mesmo sob forte mobilização, a PEC foi aprovada em segundo turno com 359 votos — no primeiro turno, foram 366 votos. Durante a votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou que policiais legislativos retirassem das galerias do plenário os manifestantes que gritavam palavras de ordem contra a PEC da Maldade, que enfraquece a proteção e manutenção dos direitos sociais. Essa proposta congelará os investimentos dos serviços públicos por 20 anos, impedirá a realização de concursos públicos, reajuste salarial, implantação de plano de carreira, prejudicando trabalhadores e toda a população brasileira.

A PEC da Maldade já está no Senado com a numeração PEC 55/2016. As entidades sindicais organizam novas mobilizações e constroem a deflagração de greve geral.

O Sindpol, através do Bartolomeu Rodrigues e Carlos Jorge, parabenizou o empenho da diretoria da Cobrapol, na defesa dos direitos dos policiais civis, em destaque as intervenções que vem promovendo junto aos parlamentares no Congresso Nacional, como também, o esforço e compromisso das federações e entidades dos policiais civis, que participaram da luta por uma Polícia Civil organizada, valorizada e respeitada nacionalmente.

Veja como foi a votação pelos parlamentares alagoanos:

Favorável à PEC
Arthur Lira (PP)
Givaldo Carimbão (PHS)
Nivaldo Albuquerque (PRP)
Pedro Vilela (PSDB)
Rosinha da Adefal (PT do B)

Contrários à PEC
JHC (PSB)
Ronaldo Lessa (PDT)
Paulão (PT)
*O deputado Val Amélio (PRTB) não votou.

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