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Policiais demonstram indignação com a perseguição ao presidente do Sindpol

Por Imprensa (quinta-feira, 11/01/2018)
Atualizado em 12 de Janeiro de 2018

Os policiais civis compareceram ao ato público contra a perseguição ao presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Ricardo Nazário, na Corregedoria de Polícia, realizada nesta quarta-feira (11).

A manifestação também contou com o apoio de dirigentes do Sindicato dos Vigilantes, que junto à categoria, demonstraram a indignação diante da perseguição por parte do Governo do Estado ao presidente do Sindpol.

Na Corregedoria, o presidente do Sindpol recebeu a notificação da Corregedora Kelly Kristynne sobre a Sindicância Administrativa Disciplinar por prática de infração disciplinar nos incisos VIII e XLVIII de artigo 88 da Lei nº 3.437/1975, VIII – “Participar ato que importe em escândalo ou que concorra para comprometer a dignidade da função policial” e XLVIII – “Cometer qualquer tipo de infração penal que, por sua natureza, característica e configuração seja considerada como infamante, de modo a incompatibilizar o servidor para o exercício da função policial”.

O Corregedor Geral da Polícia, delegado Valdeks Pereira, recebeu o presidente do Sindpol e disse ao sindicalista que não podia entrar em detalhe no procedimento porque será membro julgador.

Ricardo Nazário reforçou ao Corregedor que ele haja dentro da legalidade, não pelo corporativismo. O dirigente sindical disse isso, mesmo após a decisão já esperada da Corregedoria, condenando-o.

O presidente do Sindpol destacou que o Estatuto da Polícia Civil de 1975 é antes da Constituição Brasileira de 1988 e revelou que os argumentos dessa lei são usados para punir os policiais civis. “Vamos procurar a Justiça baseada na Constituição de 1988, pois o Estatuto é arcaico e ultrapassado”.

Ricardo Nazário disse também que o inquérito policial, apurado pelos delegados especiais da Deic, foi relatado pelo arquivamento da investigação.

No ato público, o presidente do Sindpol destacou que o Sindicato continuará denunciando as precárias condições de trabalho, a superlotação de preso, realizando as fiscalizações nas delegacias, e que os policiais civis podem contar com o Sindpol que é a verdadeira entidade de defesa da categoria.

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