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Governo atrasa obra da Casa de Custódia de Delmiro Gouveia e transfere PCs para povoado distante

Por Imprensa (quarta-feira, 14/03/2018)
Atualizado em 19 de março de 2018

Caos na segurança

As obras da Casa de Custódia de Delmiro Gouveia (antigo prédio da delegacia regional) estão com atraso e não têm previsão para inauguração, prejudicando, dessa forma, o trabalho dos policiais civis das cidades alagoanas.

O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) constatou que a Delegacia Geral transferiu os policiais civis da cidade de Piranhas (que teve a carceragem da delegacia interditada em virtude da ação do Sindicato e da Defensoria Pública contra as precárias condições) e da delegacia regional de Delmiro Gouveia para o Posto da Polícia Militar no Povoado de Barragem Leste, em local distante da população, que faz fronteira com a cidade de Paulo Afonso na Bahia. “O resultado disso foi que as cidades de Delmiro Gouveia e de Piranhas ficaram com menos policiais civis para dar andamento às investigações dos crimes. Se a Casa de Custódia de Delmiro Gouveia fosse entregue, isso não ocasionaria tantos problemas à categoria. Os policiais civis iriam ficar em Delmiro Gouveia, trabalhando nos crimes, como também os policiais civis de Piranhas”, relata o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário.

Ricardo Nazário alerta que o Posto Policial no Povoado de Barragem Leste não apresenta segurança e estrutura física para a permanência da custódia de preso e põe em risco os policiais civis e a população.

 

Transtornos

Iniciada em 4 de setembro de 2017, a obra da Casa de Custódia de Delmiro Gouveia já ultrapassa do prazo de entrega que era de seis meses e está sem data de conclusão.

O presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, constatou o estado de abandono da construção. Os entulhos se aglomeram em toda a área da antiga delegacia, prejudicando a população e os policiais civis.

Com a lentidão das obras, os policiais civis, que trabalham nas delegacias das cidades circunvizinhas de Delmiro Gouveia, como Inhapi, Canapi e Piranhas, continuam custodiando os presos, ao invés de estarem investigando e elucidando os crimes na região.

O presidente do Sindpol cobra do Governo do Estado celeridade nas obras e compromisso com a Polícia Civil e com a segurança pública.

 

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